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O actual presidente herdou os dois vice-presidentes da equipa liderada por António Paiva – António Rodrigues (socialista de Torres Novas) e Luís Azevedo (independente de Alcanena) - devido ao facto de ambos terem manifestado “que não estariam na disposição de abdicar do lugar que ocupavam”.
Sobre a gestão futura da comunidade, Saldanha Rocha disse a OMIRANTE, no final da eleição, que não será fácil “ombrear” como trabalho deixado feito pelo anterior presidente. “António Paiva fez um excelente trabalho, espero dar-lhe continuidade”, referiu, adiantando “contar com a rectaguarda de ajuda” dos dois vice-presidentes.
Afirmando que o seu projecto é o da Comunidade Urbana do Médio Tejo, “da qual Mação é membro de pleno direito”, Saldanha Rocha salientou que o facto de estar no meio de duas regiões – o Médio Tejo e o Pinhal – é ainda um desafio mais aliciante. “O azul do rio e o verde da floresta são iguais dos dois lados”, disse, lembrando também que o “pensador” dos planos de acção para as duas regiões, Augusto Mateus, é o mesmo.
Para o novo presidente da CUMT, o importante agora é tirar o maior partido possível do dinheiro posto à disposição da comunidade e das autarquias que a compõem e rentabilizar os projectos de investimento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), apostando em quatro sectores chave – conhecimento (inovação e competitividade), património, cultura e riqueza/emprego. Com “bons projectos e excelentes ideias”.
O mandato dos membros da Comunidade Urbana do Médio Tejo coincide com os mandatos autárquicos, terminando no final de 2009. Questionado por O MIRANTE sobre uma possível recandidatura, Saldanha Rocha esboçou um sorriso e referiu: “Se me quiserem…”.
In "O Mirante"
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