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"Não faz sentido", disse Paulo Portas em Alcanena, onde jantou com militantes do distrito de Santarém, no final de uma maratona de reuniões com estruturas locais do partido.
Frisando que o CDS-PP "foi o único partido" que pediu a apreciação do Código das Custas Judiciais, agendada para a próxima semana no parlamento, Portas considerou "um erro grave" que a adopção seja equiparada a um crime no pagamento de custas judiciais.
"Ao contrário do que o Governo afirmou, não é verdade que sejam só as famílias ricas a pagar", disse, frisando que "uma criança adoptada é uma responsabilidade mais para a família e uma responsabilidade a menos para o Estado, além de que deixa de estar institucionalizada".
Para o líder popular, com o agendamento da apreciação do diploma há uma "oportunidade para corrigir" o erro.
A "guerra de palavras" com o ministro da Agricultura voltou a marcar o discurso político do presidente do CDS-PP, que quis deixar claro que não se trata de uma "guerra pessoal" e que nunca se dirigiu "em tom pessoal" a Jaime Silva.
Portas reagiu à afirmação de Jaime Silva de que o CDS é agora o partido da "trotinete", afirmando que "de pé, de trotinete ou de carro" continuará a "defender os agricultores portugueses, que precisam de quem os represente e exija ao Estado que cumpra as suas obrigações".
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